Cuba e o Cameraman
Descrição dSabe quando um documentário não parece “sobre um país”, mas sobre gente? Cuba e o Cameraman é exatamente isso. Ele acompanha, ao longo de décadas, a vida de famílias cubanas comuns e deixa a gente entrar na intimidade do cotidiano: sonhos, trabalho, falta, orgulho, cansaço… e aquela sensação de que a História passa por cima da vida real sem pedir licença.o post.
FILMES & SÉRIES
Sandro de Santana
1/14/20261 min read
O diferencial (e o que faz ser tão fantástico) é que não é um retrato “de fora pra dentro”. O diretor Jon Alpert volta várias vezes ao país por cerca de 45 anos, e o filme vai costurando as mudanças do tempo — inclusive no período que termina em 2016, com a morte de Fidel Castro (que aparece como pano de fundo das transformações)
Por que isso tem tudo a ver com “pegada ambiental”
Ele é perfeito pra quem fala de sustentabilidade de forma mais madura: porque sustentabilidade não é só floresta — é também vida digna, serviços básicos, escolhas coletivas e consequências de longo prazo.
Enquanto você assiste, fica impossível não pensar em:
como políticas públicas e economia mexem com a vida “lá embaixo” (e como isso molda hábitos, consumo, saúde e futuro);
o que acontece quando um país vive escassez: o que muda na comida, no transporte, na energia, no acesso a tudo;
o valor (e o custo) de tentar garantir educação, saúde e segurança social mesmo com limites e contradições.
O que mais pega
É um documentário que não grita. Ele mostra. E justamente por isso, ele faz a gente sair com perguntas que não têm resposta fácil.
3 perguntas boas pra refletir
O que esse filme me ensina sobre impactos de longo prazo (bons e ruins) nas pessoas?
Quando recursos são limitados, o que a gente prioriza: conforto, liberdade, igualdade, eficiência… dá pra ter tudo?
Se eu trouxesse isso pra uma empresa: quais decisões de hoje podem virar “documentário” daqui a 20 anos?
Onde assistir: Netflix
